Brasil - Recife,
 
Receitas Receitas
Composição Nutricional Composição Nutricional
Ômega Omega, 3, 6, 9
Proteína Proteína
Anfíbios  
Rãs Sobre rãs
Pererecas Sobre Pererecas
Sapos Sobre Sapos
Curiosidades Curiosidades
Subprodutos Subprodutos
Clima favorável Clima Tropical
Artesanatos Artesanatos com couro de rã
Ibama Ibama
Criação de
Rãs
Criação de ras no sistema anfigranja

 
ACEITAÇÃO SENSORIAL DE ALMÔNDEGAS ELABORADAS COM
DORSO MECANICAMENTE SEPARADO DE RÃ (Rana catesbeiana)

SILVA, M. J. (1); MOREIRA, R. T. (3); BATISTA, E. S. (1); EVARISTO, R.
A. (2); RABÊLO, W. C. A. C. (2); MOURA, O. M. (3)

(1) Programa de Pós-Graduação em Tecnologia Agroalimentar, Centro de
Ciencias Humanas, Sociais e Agrárias da Universidade Federal da
Paraíba-PPGTA/CCHSA/UFPB, Campus III, Bananeiras

PB, CEP:
58.220-000. (2) Alunos (as) do Curso de Bacharelado em Agroindústria,
CCHSA/UFPB. (3) Professores do Departamento de Gestão e Tecnologia
Agroindustrial/DGTA/UFPB. E-mail:
manosilva9001@yahoo.com.br


A carne de rã é um produto relativamente caro e com expansão no
consumo por pessoas de médio poder aquisitivo e cada vez mais exigente,
torna-se necessária a disponibilização por parte da indústria ranícola de
produtos diferenciados com maior qualidade e menor preço relativo,
trazendo ao país compensação financeira com esta atividade. Apesar do
consumo de carne de rã ter se ampliado na dieta dos brasileiros, sua
comercialização no Brasil continua na forma de carcaças inteiras ou de
coxas congeladas. Entretanto o dorso, região da carcaça de menor valor
agregado, tanto no mercado nacional como no mercado internacional,
pode ser processado e comercializado na forma de outros produtos de
maior valor agregado, através do desenvolvimento da tecnologia de Carne
Mecanicamente Separada (CMS) de rã. Desta forma, o objetivo deste
trabalho foi de elaborar produto tipo almôndegas, utilizando dorso
mecanicamente separado de rã (DMS) com diferentes teores do tempero
(condimento peska lingüiça cozida 2336) e avaliar a aceitação deste
produto. Os produtos desenvolvidos foram avaliados através de análise
sensorial, utilizando testes de aceitação e de intenção de compra em
localização central com 41 provadores. As três formulações A (0%), B
(0,5%) e C (1%) tiveram aceitação superior a 80% em relação aos seis
atributos pesquisados: aparência, cor, aroma, sabor, textura e aceitação
global. As almôndegas elaboradas com DMS de rã possivelmente seriam
aceitas no mercado, pois seu índice de aceitação foi superior a 55%.

Assim, a elaboração de produtos reestruturados tipo almôndegas pode
representar uma boa alternativa para a utilização de DMS de rã,
agregando valor e elevando sua vida útil.

Fonte: http://dc161.4shared.com/doc/l2b_zjfu/preview.html

 

 

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