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CRIAÇÃO DE RÃS NO SISTEMA ANFIGRANJA
A criação de rãs vem se desenvolvendo em todo o mundo,
especialmente no Brasil, devido às condições favoráveis,
como clima e de disponibilidade de recursos hídricos. A ranicultura
foi introduzida No Brasil, a ranicultura foi introduzida nos anos 30,
e consolidou-se como uma atividade econômica na década de
80. Desde então, vem passando por aperfeiçoamentos, e gradativamente
observamos uma melhora significativa de produtividade.
Criação de rãs oferece muitas opções
de comercialização
O consumo da carne da rã é um hábito saudável
e antigo, já citado por Heródoto, um historiador da Grécia
Antiga. Na China, esse alimento faz parte do cardápio há
mais de quatro séculos. O primeiro país a explorar a iguaria
comercialmente, entretanto, foi Cuba, que chegou a exportar 900 toneladas
da carne em 1968.
No Brasil, ao contrário
de outros países que praticam a caça ou o cultivo extensivo,
como o Japão, procurou-se desenvolver a tecnologia de criação
em cativeiro. A ranicultura no país teve início na década
de 1930. A espécie mais utilizada na criação é
a rã touro, proveniente da América do Norte, que pode
atingir, aproximadamente, 200 gramas.
Existe um
amplo conjunto de produtos e subprodutos da ranicultura com potencial
econômico, envolvendo animais vivos e/ou abatidos. Pode-se comercializar
girino e imagos para outros ranicultores. A carne é comercializada
fresca, congelada ou processada. Pode ser comercializado, ainda, o fígado,
usado para produzir patês; a pele, utilizada para revestimentos
e confecção de objetos; o corpo gorduroso, ingrediente
de cosméticos; e os rejeitos, reciclados na ração
animal.
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