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Curiosidades
- Anfíbios
RÃ-VOADORA
Este animal abita as florestas do Sudoeste Asiático.
Possui corpo e dedos muito compridos. Na verdade eles não
consegue voar, mas plana muito bem. Ao saltar de uma árvore
para outra afasta bem os dedos e então a membrana interdigital
(que fica entre os dedos) transforma cada uma das patas num
pára-quedas e a rã cai suavemente no ar, até
chegar ao tronco de uma outra árvore.
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A minúscula RELA-VENENOSA vive nas florestas húmidas
da América Central e do Sul. A sua pele produz um veneno
mortal e são muito coloridas desta maneira avisa os
predadores que a sua ingestão não seria muito
atrativo. Esse veneno é utilizado pelos índios
da floresta para untarem a ponta das flechas.
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O SAPO-PARTEIRO vive na Europa Ocidental. Este animal acasala
em terra, o que é muito raro nos anfíbios. A
fêmea põe cerca de 50 ovos e, após a fecundação,
o macho enrola cuidadosamente a fiada de ovos em volta dos
membros posteriores, transporta-os durante um período
que pode ir até um mês e meio e deposita-os,
por fim, em água quando os girinos estão prontos
a nascer.
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Não é normal que as serpentes demonstrem qualquer
tipo de interesse pelas suas crias, não se dando ao
trabalho sequer de vigiar os seus ovos, abandonando-os após
a postura. A PITÃO-VERDE arborícola da Nova
Guiné é um caso raro de cuidados parentais.
Ela fica enroscada à volta dos seus ovos durante os
cerca de três meses que decorrem da postura à
eclosão. Escolhem árvores muito altas, com copas
muito densas, que não deixem passar a luz e aí
ficam durante todo o tempo. Entretanto, quando as crias nascem
ficam logo entregues a sua própria sorte.
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LAGARTO-DE-COLAR, Austrália Setentrional, tem uma táctica
muito boa de afastar os predadores. É um animal esguio,
com pouco mais de um metro de comprimento, mas que quando
se assusta, pode-se transformar num ser perigoso. O lagarto
ergue-se, ficando apoiado apenas nas patas traseiras, balança-se
de um lado para o outro, abre a sua enorme boca para exibir
o vistoso interior e solta um silvo estridente. As cartilagens
ligadas à língua endurecem e fazem subir um
enorme colar franzido, com cerca de 30 cm de diâmetro,
densamente salpicado de pontos dourados e alaranjados, que
contrasta com o seu corpo acinzentado. Não admira que
um presumível predador bata em retirada. Passado o
perigo, o colar é recolhido e o animal volta às
suas tarefas habituais. O colar também serve para controlar
a temperatura. Quando têm frio abrem-no ao sol. A sua
pele fina está cheia de vasos sanguíneos que
absorvem o calor e o transferem para a corrente sanguínea.
Quando o lagarto tem muito calor, expõe o colar aberto
a uma brisa refrescante para perder calor. |