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De onde vem essa carne de rã?

Porção
de rã à milanesa.
Por causa da falta de escala de produção, não
é muito fácil encontrar carne de rãs
nos restaurantes, mas dois estabelecimentos, um em Arujá
e outro em Igaratá, conseguem servir rã o ano
inteiro.
No restaurante Quinta da Freguesia, com unidades em Arujá
e em Guararema, e no Restaurante das Águas, em Igaratá,
onde a porção de rã à dorê
tem saída garantida entre os clientes, o fornecimento
é garantido pelo King Ranário, de Igaratá.
O casal responsável pelo ranário, os contadores
Márcia Bruno Rodrigues Soares e Sidney Rodrigues Soares,
investiu há um ano na criação de rãs
e, hoje, abastece dez clientes. Por mês, o casal vende
40 quilos de carne de rã.
A especialidade do Quinta da Freguesia é bacalhau e
a carne de rã entrou no cardápio há cerca
de 8 meses. “É uma carne light, extremamente
saborosa e delicada. E de qualidade garantida”, diz
o proprietário Caizar Gebara. Ele diz que sua equipe
escolheu o King Ranário depois de testar outros fornecedores
de carne. “O sistema de criação, em piscinas
de lona, é extremamente limpo”, garante. A porção
de rã à dorê servida no restaurante custa
R$ 49 (quatro rãs compõem uma porção).
No Restaurante das Águas, especializado em grelhados,
a qualidade da rã servida – a porção
de rã à dorê custa R$ 39 – tem vencido
o preconceito de muitos clientes, segundo um dos proprietários,
Antônio Ângelo Stefaneli, tanto que ele estuda
incluir no cardápio a casquinha de rã. “Nossa
casquinha de siri já é muito conhecida e pode
dar certo fazer a casquinha de carne de rã.”
Stefaneli diz que sempre quis servir carne de rã, mas
era difícil achar um bom fornecedor. “O sistema
de criação do King Ranário é muito
higiênico e a carne tem ótima qualidade.”
Fonte:
www.blogs.estadao.com.br/quitanda-do-agricola/tag/ra/
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